Escola Municipal Dr Orlando Imbassahy
Atividade(s): Escolas Públicas ContatoAv S Rafael, s/nSão Marcos - Salvador - BATel: (71) 3393-4846
Colégio de Aplicação Anísio Teixeira
Atividade(s): Escolas Públicas ContatoRua Prof Milton Santos, 105São Marcos - Salvador - BATel: (71) 3116-1730 3116-1731
Escola Manoel de Abreu
Atividade(s): Escolas Públicas ContatoRua S Marcos, s/nSão Marcos - Salvador - BATel: (71) 3213-5625
Escola Estadual Davi Mendes
Rua Colina de Pituaçú s/n - São Rafael
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
terça-feira, 29 de setembro de 2009
Analise Filmica

O CONTADOR DE HISTÓRIAS
O Contador de Histórias traz aos cinemas a inspiradora história real do garoto mineiro Roberto Carlos Ramos, tido como irrecuperável - analfabeto até os 14 anos, com mais de uma centena de fugas da FEBEM no currículo -, e do seu encontro com a pedagoga francesa Margherit Duvas, que acrescentou elementos essenciais até então inexistentes em sua vida, como afeto, confiança, esperança.
O Contador de Histórias traz aos cinemas a inspiradora história real do garoto mineiro Roberto Carlos Ramos, tido como irrecuperável - analfabeto até os 14 anos, com mais de uma centena de fugas da FEBEM no currículo -, e do seu encontro com a pedagoga francesa Margherit Duvas, que acrescentou elementos essenciais até então inexistentes em sua vida, como afeto, confiança, esperança.
Baseado em fatos reais. Belo Horizonte, fim da década de 70. Aos 6 anos, Roberto Carlos Ramos já demonstra enorme talento para contar histórias. Caçula de dez irmãos e morador de favela é o escolhido por sua mãe para ir viver numa nova instituição anunciada pelo governo como uma oportunidade para aqueles que viviam na pobreza.
Quem assistiu ao filme O Contador de Histórias, sabe um pouco do assunto de que o filme trata, alguns podem achar que muita fantasia foi vista na tela, que há certa dose de imaginação no enredo. Não é verdade. Ele mostra a carga emotiva que a jornada de Roberto Carlos oferece que é muito bem aproveitada na produção. A trilha musical composta é um ingrediente para causar tal comoção nos espectadores.
Quem não conhece o contexto em que a trama está situada pode achar também que Margherit – papel de Maria de Medeiros– é uma personagem forçada, mas o que acontece é o contrário. Nos anos 1970, os estudos de Piaget faziam a cabeça da grande maioria dos pedagogos. Margherit é um exemplo de profissional que adota fielmente as condutas dessa linha de raciocínio.
A temática, envolvendo o poder da educação e a recuperação de crianças que são dadas como perdidas, é extremamente positiva e só por isso o longa já se justifica. As pitadas de humor bem-dosadas fazem graça com várias situações, desde as ilusões do protagonista, até com o sistema da Febem e outras críticas sociais.
Multimídia
Estadão e JT lançam projeto multimídia de Educação
Em formato de caderno mensal e de portal, .edu ("ponto edu") será voltado a jovens entre 17 e 28 anos
Com o objetivo de dar ao tema da Educação um espaço maior, tanto na mídia impressa como na internet, os jornais O Estado de S.Paulo e Jornal da Tarde (ambos do Grupo Estado) anunciaram o lançamento do projeto multimídia .edu ("ponto edu").Um dos mais importantes frutos dessa iniciativa circula a partir desta quinta-feira, 30. Trata-se do caderno .edu, que terá formato tablóide e circulará mensalmente, junto com as edições dos dois jornais. O conteúdo da publicação visa abordar todo o universo dos estudantes, tanto do ponto de vista escolar como também do comportamental, trazendo a tona questões como vestibular, qualidade de ensino, carreira, vagas no mercado de trabalho, lazer, diversão, entre outros temas.O público-alvo do projeto são os jovens entre 17 e 28 anos, compreendendo desde a fase pré-vestibular até a de pós-graduação. O conteúdo do caderno será produzido em parceria com a editoria Vida&.Além da versão impressa, o .edu também terá uma versão online, com notícias relativas ao universo da educação equipadas com vídeos, fotos, debates e outros canais de interatividade com o público. O projeto também promete ter um canal no microblog Twitter.
Tags: twitter, vida&, projeto multimídia na educação, .edu
Tags: twitter, vida&, projeto multimídia na educação, .edu
Multimídia de Educação

Um projeto multimídia de educação
SÃO PAULO - Ambições, descoberta de vocações, ter um projeto para o futuro. Se o mundo da educação fundamental ainda é o do estudo como um fato da vida, algo que todo mundo faz mais ou menos do mesmo jeito, o do ensino médio e superior já coloca o aluno como protagonista. Nada vem pronto: é preciso descobrir o que se quer e correr atrás, enxergar oportunidades e se planejar para aproveitá-las. Aí está a graça da coisa.
Com este primeiro número do Estadão.edu, o Grupo Estado lança um projeto multimídia que pretende ser um coadjuvante nessa transição de estudantes e jovens profissionais para protagonistas do seu futuro. Nossa reportagem de capa, por exemplo, fala da economia verde e da necessidade de profissionais já graduados investirem na formação ambiental. "A indústria da tecnologia limpa terá empresas tão grandes quanto Google, Microsoft e GM", aposta a americana Rona Fried, especialista em green jobs. É uma oportunidade semelhante à vislumbrada por quem enxergou as implicações da revolução da informática ainda no seu início.
Em tempos de mudança no vestibular, com alterações nas provas da Fuvest e da Unesp e a proposta de transformar o Enem num mecanismo nacional de seleção, o Estadão.edu voltou suas atenções para um vestibular diferente: o do Direito da FGV, que dá ênfase à interpretação de obras artísticas e só tem exames orais na segunda fase, para analisar a capacidade de argumentação dos estudantes.
Outro destaque da edição é o reencontro do secretário estadual da Cultura, João Sayad, e do navegador Amyr Klink. Sayad foi professor de Economia de Klink nos anos 70, quando o futuro aventureiro chegou a morar num trailer no campus da USP.
Com este primeiro número do Estadão.edu, o Grupo Estado lança um projeto multimídia que pretende ser um coadjuvante nessa transição de estudantes e jovens profissionais para protagonistas do seu futuro. Nossa reportagem de capa, por exemplo, fala da economia verde e da necessidade de profissionais já graduados investirem na formação ambiental. "A indústria da tecnologia limpa terá empresas tão grandes quanto Google, Microsoft e GM", aposta a americana Rona Fried, especialista em green jobs. É uma oportunidade semelhante à vislumbrada por quem enxergou as implicações da revolução da informática ainda no seu início.
Em tempos de mudança no vestibular, com alterações nas provas da Fuvest e da Unesp e a proposta de transformar o Enem num mecanismo nacional de seleção, o Estadão.edu voltou suas atenções para um vestibular diferente: o do Direito da FGV, que dá ênfase à interpretação de obras artísticas e só tem exames orais na segunda fase, para analisar a capacidade de argumentação dos estudantes.
Outro destaque da edição é o reencontro do secretário estadual da Cultura, João Sayad, e do navegador Amyr Klink. Sayad foi professor de Economia de Klink nos anos 70, quando o futuro aventureiro chegou a morar num trailer no campus da USP.
Assinar:
Postagens (Atom)
